Marcos Kenne, Técnico de Apoio ao Usuário de Informática
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Marcos Kenne

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Marcos Kenne, Técnico de Apoio ao Usuário de Informática
Marcos Kenne
Comentário · há 10 anos
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Marcos Kenne, Técnico de Apoio ao Usuário de Informática
Marcos Kenne
Comentário · há 11 anos
Excelente comentário de Armpit Lover, mas não pude deixar de observar nas entranhas do artigo supra, como esquerdistas distorcem a lógica para satisfazerem seus interesses.

Quanto ao interesse do autor, não há dúvidas. É a não redução da maioridade penal. Para a defesa deste interesse, foi utilizada a fábula do Lobo e o Cordeiro, que se lida com atenção, denuncia o próprio autor no papel de lobo, pois este faz uso de argumentos ilógicos para que o objetivo (não reduzir a maioridade penal) seja atingido.

O um dos argumentos ilógicos pode ser visualizado no texto abaixo, extraído do referido artigo:

"[...]se esquecem que a
Constituição Federal, dentre tantas outras inovações, inclui em seu art. 227 como obrigação da família, da sociedade e do Estado (sim, da sociedade e do Estado) ASSEGURAR OS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, PASSANDO A SER ADOTADA A DOUTRINA DA PROTEÇÃO INTEGRAL; se esquecem que o Brasil acompanha a Declaração Universal dos Direitos da Criança de 1959 e a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança de 1989, assumindo a responsabilidade legal de garantir um futuro digno à sua juventude;[...]" (grifo meu)

Note que o autor quer que se faça interpretar ao pé da letra o trecho que trata dos direitos da criança e do adolescente (grifado) apenas para o agressor, mas esquece que o direito é como uma estrada de duas vias, sendo que um não pode invadir a faixa do outro. Quer mobilizar o estado para dar proteção integral à uma pequena, mas não ínfima, parcela de jovens criminosos, abrindo mão da maior parte da população, que sofre nas mãos desta minoria protegida.

Quanto à vitória provocada por Cunha, no meu ponto de vista, foi a expressão primeira da Democracia, pois sempre haverá uma minoria que se submeterá à vontade da maioria.

Se a questão das emendas aglutinativas fosse realmente um golpe, como dizem os não-reducionistas, esta seria denunciada durante a votação na forma de abstenções. As alterações ao texto fizeram foi convencer uma maior parte dos que disseram não, além de trazer à votação os que se abstiveram, já que o número de abstenções reduziu de 3 para 2.

O erro lógico seria, na verdade, subjugar a maioria às vontades de uma minoria que sequer tem argumentos consistentes para sustentar estas vontades.
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Misael Bandeira Silveira, Estudante
Misael Bandeira Silveira
Comentário · há 9 anos
Data vênia, teu artigo deveria ter se encerrado depois deste parágrafo:
"Pois bem, não adentrarei na essência do movimento, por não dispor de elementos suficientes para avaliar suas proposições, me limitando aos elementos que possuímos pela divulgação midiática e à reflexão que o tema exige.".

É grande a pretensão para formar opinião de algo que sequer tem embasamento.

"A relação feita na arma como um instrumento pela vida, revela algo que já, há muito, é sabido nos estudos criminológicos, a coisificação do outro, a arma defende a minha vida às custas da vida do outro."

Interessante o ponto de vista. Exponha ele a um assaltante com o dedo no gatilho e te apontando uma arma na cabeça.

"Arma é sempre um caminho para a morte, mas dependendo da morte de quem, eu a uso pela defesa da vida. Isto evidencia uma leitura maniqueísta e segregadora dos problemas sociais."

Imagino que foi com base nisso que o comando do GATE decidiu continuar as negociações, no caso Eloá, ao invés de ter eliminado o sequestrador nas diversas oportunidades anteriores ao trágico desfecho com a refém.

"Os exemplos dos últimos anos nos mostram o grande número de cidadãos de bem, pagadores de impostos acusados de envolvimento em grandes esquemas de corrupção, nos mais variados ramos de atuação."

Ironicamente, mancomunados com partidos ligados a movimentos que pedem maior rigor no controle das armas. Quanta ironia, não?

"A crise da segurança pugna por medidas urgentes, mas o Estado necessita fazer o seu papel e atuar nas frentes preventivas e repressivas, de forma eficiente, com policiamento equipado e preparado, com medidas de inteligência que permitam o aproveitamento das informações de forma integrada, o controle do sistema prisional pelo Estado, dentre outras alternativas que reduzam os índices de criminalidade."

Quanta utopia. Um Estado que é condenado pelo poder judiciário a indenizar famílias de detentos, que PASMEM, foram mortos dentro dum sistema prisional, com espaço limitado. Imagina, o Estado não consegue manter a segurança dentro de um ambiente controlado e tem gente que acha que vai garantir a segurança numa sociedade.

"O problema é que, muitas vezes, podemos errar e esse “suspeito” ter sido escolhido pelas suas vestes, pela sua classe social ou cor de pele."

Tá falando por ti, né?
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